História

Quase um século
dentro das quadras.

O nome não foi inventado para vender.
Já era como a família era chamada no clube.

  1. 1947O registro mais antigo de Darcy no tênis.
  2. 1967José dá aulas a 56 quilômetros de casa.
  3. 1970José chega ao Monte Líbano, em São Paulo.
  4. HojeA terceira geração abre a CARMONA.
I · A primeira geração

Darcy.

Em Catanduva, no interior de São Paulo, o clube da cidade era a extensão da casa de Darcy Joaquim Silva.

Darcy jogava, dava aulas e chamava todo mundo para a quadra. O registro mais antigo que a família guarda dele no tênis é de 1947. Com Mercedes Carmona, teve sete filhos. Quase todos cresceram dentro do clube, e o sobrenome dela é o que hoje assina cada quadra.

Darcy, Beth e José disputavam campeonatos ainda crianças.

Darcy Joaquim Silva, foto de arquivo da família
Darcy · arquivo da família
Darcy Joaquim Silva em quadra, foto de arquivo da família
Darcy · arquivo da família
Darcy Joaquim Silva e a família no clube, foto de arquivo
Darcy · arquivo da família
II · A segunda geração

O menino
que pegava bolas.

José começou pegando bola para os jogadores do clube. Logo ganhou uma raquete. E começou a se destacar.

Aos 17 anos já dava aulas em São José do Rio Preto. No ano seguinte, servindo o exército, a rotina era assim: quartel das 4 às 7 da manhã em Catanduva, colégio em seguida, ônibus à tarde até Rio Preto, 56 quilômetros, e aula até a noite. De volta a Catanduva para estar no quartel às 4 horas.

“Foi um ano intenso.”

José Carmona

Nessa época ele já namorava Elizabeth, que viria a ser sua esposa. Foram cinco anos de namoro e mais de cinquenta de casamento.

III · São Paulo

O clube de
uma vida inteira.

Em 1969, José veio para São Paulo procurar uma oportunidade. Encontrou no Monte Líbano. Começou em 1970 e está lá até hoje.

Por muitos anos, José foi sozinho o departamento de tênis do clube. Carregava uma pasta com todas as informações e uma caderneta com o nome, o horário e o valor de cada aula. Quando a Federação Paulista de Tênis usava as quadras do clube para os torneios abertos, ficava até de madrugada acompanhando os jogos para mandar os resultados.

Foi treinador por mais de 35 anos e formou muitos jogadores.

IV · A quadra por dentro

Aprendeu
olhando.

Em 1971, um profissional veio reformar uma quadra do clube. José ficou ao lado, observando, e fez todas as perguntas.

“Sou curioso. Fiquei observando, e ele, muito solícito, respondia aos meus questionamentos. Aprendi e fui aprimorando.”

José Carmona

Desde então, as quadras de saibro do Monte Líbano passaram pelas mãos dele. A revista do clube contou uma cena comum por lá: chuva forte no fim da tarde e, menos de duas horas depois, todas as quadras ocupadas, com sócios jogando e treinando.

Há 55 anos, José convive com essas quadras. Pisa no saibro, olha, sente, joga. Viu milhares de jogadores e todo tipo de quadra.

Nos clubes por onde passou,
deixou de ser José.

Virou Carmona.

VI · A terceira geração

Os Carmoninhas.

Os três filhos de José cresceram correndo entre as linhas do Monte Líbano. Ganharam o apelido antes de aprender a sacar.

Hoje abrem a CARMONA para levar esse conhecimento a outros clubes, casas e empreendimentos. Cada quadra sai assinada, com certificado e número de série.

Os bisnetos de Darcy já chegaram. O apelido continua disponível.

VII · A homenagem

Mais de 53 anos
de dedicação.

O Monte Líbano homenageou José Carmona com uma placa.
A família inteira estava lá.

A família Carmona reunida; José segura a placa de homenagem do Monte Líbano por mais de 53 anos de dedicação
A família Carmona na homenagem do Monte Líbano

“Passei e continuo passando grande parte da minha vida nesse lugar especial.”

José Carmona

Agora, uma quadra pode
levar esse sobrenome.